terça-feira, 13 de novembro de 2012

O SENTIMENTO DE CULPA

Existem as culpas pequenas e as grandes.As que ficam por algumas horas e as que perseguem para o resto da vida.
As primeiras são os pequenos pecados do dia-a-dia, as mentiras bobas,os deslizes,que até nos impedem de dormir muitas vezes, 
mas são passageiras e acabam tornando-se banais e nem se pensa muito.As últimas são terrivelmente pesadas
de se carregar,elas podem destruir a vida toda de uma pessoa.
São raras as pessoas que recebem uma condenação de outros por algum ato cometido,que não tentem se defender
ou se justificar.Mas não há quem se condena a si mesmo
que procure aliviar sua culpa com desculpas.
A questão não está nas coisas sem conseqüências.Essas coisas fazem parte das marés do dia-a-dia e perdoamo-nos tão facilmente como cometemos os erros.A questão está nas culpas que chegam sozinhas,os acidentes pelos quais as pessoas
se responsabilizam,as perdas e sofrimentos os quais as
pessoas se dizem que poderiam ter evitado se tivessem feito isso ou aquilo e se condenam a cada instante.
As auto-punições não resolvem.
O recusar-se a felicidade não corrige erros,não compensa as dores.
O abandonar-se não faz ir adiante.
Dormir mais horas para não ver passar o tempo não vai diminuir o tempo determinado por Deus para a vida de cada um.
E tentar encurtar esse tempo,dom de Deus,pelos próprios meios,
só pode trazer uma condenação eterna,que ninguém merece.
Não importa em quantos pedaços seu coração foi quebrado,
Jesus pode restaurá-lo.
Não importa qual foi seu pecado,
se os homens te condenaram ou absolveram,
Deus te absolve.
E se Deus absolve...
acredite nele: você é livre!
Letícia Thompson

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