sexta-feira, 26 de agosto de 2011

TALISMÃ

 Até  a mais cética das criaturas costuma ter, lá no fundo da gaveta, um pequeno talismã.Pode inclusive ser um objeto pessoal e intransferível, como o anel que você usava no dia em que conheceu o homem da sua vida.As primeiras peças feitas para dar sorte ou afastar o perigo datam da época das cavernas.Eram miniaturas de animais e de guerreiros esculpidas em argila.Cada pessoa levava consigo o bicho correspondente à virtude que gostaria de adquirir:leão para ter coragem, touro para vitalidade.E não parou por aí."Há 45 mil anos, o homem começou a enterrar os mortos com objetos especiais para que eles pudessem lutar no além contra o desconhecido.Colocavam lanças, pedras e símbolos místicos".O tempo passou e ainda hoje temos nossas crenças.
 As pessoas acreditam que algo é capaz de favorecê~las, elas se engajam mais na busca por seus objetivos.Ou seja, fazemos uso dos talismãs como um sistema defensivo contra o que não podemos controlar.Mas o poder está na mente de quem os utiliza: a fé aumenta a auto-confiança e facilita o direcionamento do pensamento em busca do que desejamos.Isso não significa que todo mundo deva sair por aí com um trevo de quatro folhas na bolsa e atribuir a ele o poder do bem e do mal.Há de se manter a coerência.
 Revista Cláudia
         Pedra da Sorte

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