quinta-feira, 24 de março de 2011

JOIAS - DÉCADAS DE 40 A 60

 A preferência pelas formas geométricas nas jóias foi inspirada nas pinturas cubistas de Picasso e George Braque, criadas principalmente entre 1907 e 1914.
 As pulseiras apareciam várias em cada braço, o comprimento dos brincos era mais longo e os anéis usados em mãos sem luvas.Chanel revolucionou a moda e passou a defender o uso de joias nas roupas e das bijouterias imitando as joias desde que demostrassem design, elegância e inovação.
 As décadas de 1940 e 1950 foram marcadas pelo foco nas divas hollywoodianas.Como a produção da joalheria havia sido descontinuada de forma generalizada durante a guerra, esse foi o grande salto da bijuteria - ficou muito mais acessível.Com o uso dessas jóias de imitação, as mulheres de classe média podiam "comprar", de certa forma, o glamour das divas do cinema.
 Os anos 1960 são marcados pelo desapego dos valores materiais e pelo foco na luta  pelos direitos cívicos e a preocupação de curtir a vida.Esse período exigiu uma demanda por adornos que pusessem aos olhos do mundo essa busca pelo ideal social e moral.Surge o movimento Op Art, com brincos que se movem como móbiles psicodélicos e materiais alternativos, como madeira, plástico e vinil.

Um comentário:

  1. Life is good
    "When we awaken to the evolutionary impulse, we realize a completely new relationship to what it means to be alive and what it means to be ourselves here and now. Not only do we discover a freedom to be ourselves that we've never known before, but even more importantly we find a reason for living with intense commitment and liberated passion that gives us an incomparable sense of personal, philosophical, and spiritual self-confidence. We suddenly begin to understand, in ways that both include and transcend our intellect, that the reason we are here on Earth (once all of our basic survival needs have been met) is not merely to experience security, comfort, pleasure, or even peace of mind but to develop. We realize that we are here to consciously evolve, to intentionally do anything and everything we can to unleash all of the extraordinary creative potential within so that the human race's next step can, in some small but not insignificant way, emerge through us."

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