sexta-feira, 26 de novembro de 2010

FRATURA E CLIVAGEM

  Ao examinar uma gema lapidada, já cravada em uma jóia qualquer, a maior parte dos leigos não se dá conta de que a lapidação nada mais é que uma forma de cortar a pedra.É certo que ao longo dos anos a arte da lapidação atingiu tamanho grau de evolução que os lapidadores de hoje são capazes de antecipar, antes mesmo de iniciar seu trabalho, que tipos de efeitos poderão obter ao cortar uma gema específica.
 Isso é possível graças a uma das propriedades mais importantes de um mineral, à qual os especialistas dão o nome de clivagem.É através desta propriedade que se consegue antecipar quais os pontos de uma gema tendem a se partir mais facilmente, aproveitando esta informação para obter o melhor efeito de lapidação possível.Quando uma pedra se quebra ao longo de uma superfície relacionada à sua estrutura atômica interna, diz-se que a gema se clivou.
 Antes de cortar a gema, o lapidador avalia detidamente seus planos de clivagem, ou seja, quais são os pontos onde a estrutura atômica daquela gema apresenta fragilidades, permitindo cortes mais perfeitos. 
 Quando uma gema se quebra ao longo de uma superfície não relacionada à sua estrutura atômica interna, em função de uma golpe que produz superfícies irregulares, diz-se que ela se fratura. 

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